A colaboração do Método Evolutivo no combate a COVID-19
- Bao & Salerno
- 28 de fev. de 2021
- 2 min de leitura
No momento em que estamos do enfrentamento da pandemia de COVID-19 fica cada vez mais claro a necessidade que passarmos a considerar dar mais atenção a saúde geral da população, além de todas as medidas para diminuir o número de casos e hospitalizações que estão sendo tomadas.
Essa seria uma forma de amenizarmos os impactos negativos da COVID-19 e também o estresse sobre o sistema saúde, já que pessoas com patologias associadas apresentam maior risco de hospitalização.
Nos EUA até novembro de 2020 (1) 30% das pessoas hospitalizadas eram obesas, 26% hipertensas, 21% diabéticas e 12% cardiopatas. Essas patologias combinadas representaram 63,5% do total hospitalizações.
Aqui no Rio Grande do Sul até 28 de fevereiro de 2021 ocorreram de 39.465 hospitalizações por COVID-10 (2), onde as doenças cardiovasculares crônicas estavam presentes em 37,4% dos pacientes, o diabetes em 26,2% e a obesidade em 7,5% (2).
Já existem evidências suficientes para considerarmos um estilo de vida que inclua a pratica de exercícios, uma dieta sem alimentos ultraprocessados e com redução da quantidade de carboidratos, seja uma estratégia eficiente para diminuição do risco de doenças cardiovasculares (3), do diabetes e da obesidade (4).
Como hoje no Brasil 55,4% (117,3 milhões) da população está acima do peso e 20,3% (43 milhões) é obesa, o que representa um total de 75,7% (160,3 milhões) com comprometimento da saúde metabólica (5), recomendar a melhora da saúde geral através da adoção de um estilo de vida adequado pode representar um grande impacto positivo no enfrentamento da COVID-19 a médio e longo prazo.

Um Estilo de Vida Evolutivo é capaz de trazer esses e outros benefícios, sendo assim o Método Evolutivo como intuito de colaborar no combate da COVID-19 disponibiliza um curso em vídeo e um programa de treinamento completamente gratuito.
Esse curso e o programa de treinamento podem ser acessados clicando nos links abaixo:
Grande abraço,
Carlinhos
REFERÊNCIAS
[1] O’Heran M, et al. 2021. Coronavirus Disease 2019 Hospitalizations Attributable to Cardiometabolic Conditions in the United States: A Comparative Risk Assessment Analysis. DOI: 10.1161/JAHA.120.019259
[2] Dados retirados da planilha CSV acessada em https://ti.saude.rs.gov.br/covid19/
[3] Adams V, Lunke A. 2019. Impact of exercise training on cardiovascular disease and risk. https://doi.org/10.1016/j.bbadis.2018.08.019
[5] VIGITEL BRASIL 2019 acessado em http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/vigitel_brasil_2019_vigilancia_fatores_risco.pdf
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